Bem vindos ao meu blog! Aqui conto histórias adocicadas de mãe do Guga do Jomi e da Sofi Relato histórias de uma mãe babada/galinha como todas as outras, rendida a uma dedicação total aos 4, pois o pappy tambem conta!

27
Abr 09

 

Porque me custa vê-los crescer tão depressa. Não tenho urgência nenhuma em que o tempo passe. Tenho um gozo enorme em aproveitar cada minuto dos meus filhos, apesar das más noites, do cansaço e dos trabalhos acumulados. Quando, hoje a minha amiga me disse que, daqui a poucos anos, o Guga já não me vai acordar de manhã, eu juro que soltei eu "ai não  digas isso, deixe-o lá continuar assim durante muito tempo".
 
Olho para o Jomi e custa-me perceber que ele já é um pré-adolescente e não o meu menino. Faz-me confusão conseguir já adivinhar as suas feições em adulto, aparece-me urticária quando - semana após semana - vejo que as suas roupas do mês passado já não lhe servem. O tempo passa rápido demais.
 
Que ninguém me lembre mais que, o meu bebé já fez três anos. Não pode ser. Ainda "ontem" ele nascia ratinho, tão pequenino que o encaixava no meu braço. Não é possível que o meu Guga apressado agora vá ter com o pai e pergunte "Oh pai, a mãe? On tá?" ou então "Tás doente, mãe? Tens de ir ao ménico!". Não é possível que o meu Guga já tenha atitudes de menino crescido.
 
Ontem fomos almoçar fora com os nossos filhotes e, de repente, a Sofi acenou para a mesa do lado e disse-me: "estás a ver aquela senhora, mãe? Qualquer dia estás assim! " ( always funny!!). Mas é a realidade. Por vezes, sinto que basta um pestanejar de olhos para que eu esteja com a cara toda enrugada e com os filhos fora de casa.
 
E por mais que eu saiba que a vida é assim mesmo, um pestanejar de olhos, e por mais que eu me intensifique por aproveitar ao máximo todos os segundos, reconheço que sinto uma saudade estúpida pelo que ainda nem sequer passou. Por isso, a decisão está tomada. Vou pôr um 'pause' no relógio da minha vida (e ai de quem me lembre novamente que os meu puto já  fez anos há uma semana!)!
 
 (Imagem tirada da net)
 
publicado por guguinha às 23:50
sinto-me: anticipando as saudades

23
Abr 09

(Imagem tirada da net)

No início a entrega é total, é até excessiva…E não deveria ser assim.
Alguma deveria ser guardada, para darmos um bocadinho todos os dias, para ainda termos alguma quantia para dar sempre.
Não esgotar tudo de uma vez, só para a convivência conjugal durar mais.
Será que a entrega total também é justificada?
Quanto tempo teremos novidades, nas relações se damos tanto no início?

 

E as fantasias novas quanto tempo levaram para se tornarem todas velhas?
Será que a vida é assim que deve ser? Como deve ser?
Será que deve ser pensada assim? Será que deve ter modelo?
Ou deve ser natural para o que der e vier?
Pode ser aproveitada toda a paixão da forma que vier sem ser calculada?
Ser apenas vivido?
E se for sufocada, deixando desaparecer algumas coisas as vezes?
Não poderia se tornar um amor extraordinário?
 
O amor é poderoso quando existe….
 
 
publicado por guguinha às 20:28
sinto-me: Pensativa

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