Bem vindos ao meu blog! Aqui conto histórias adocicadas de mãe do Guga do Jomi e da Sofi Relato histórias de uma mãe babada/galinha como todas as outras, rendida a uma dedicação total aos 4, pois o pappy tambem conta!

02
Mai 09

(Imagem retirada da net)

Penso que , quando o homem ou mulher acabam sendo infiéis, é porque ali acabou o casamento.
Ainda não vi um prato ou chávena que parta, a ser colado/a e ficar igual ao original?
Eu penso assim. Não concordo com atitudes que apenas um atira a culpa ao outro, o casamento é a dois e se já não existe química, acabou.
Mas nem só os homens ficam insatisfeitos, as mulheres também. Não é fácil ser esposa/mãe, cuidar de tudo e de todos e se dedicar só ao outro aguardando carinho. Rotina não é fácil!
 É muito cómodo para algumas mulheres/homens viverem uma vida dupla, por isso não se mexem. Há casos e casos, não se  pode generalizar as coisas.
É frequente encontrar casamentos falhados e neste caso um homem, a maioria das vezes formado, considerando em não querer dividir o património e mudar de vida. Acredito que seja o medo do "começar de novo", de terem sido eles traídos, “usados”, terem pena de a mulher não ter como sobreviver, não terem casa, sem o vencimento deles, que os fazem aguentar determinadas situações (para mim intoleráveis).
Há muita coisa envolvida num um casamento, por isso a dificuldade em tomar uma decisão que irá afectar a vida de outras pessoas, como a dos filhos. Mas se as coisas estão mesmo mal, não tem como todos estarem bem.
Não acho que valha a pena viver frustrado, engolir sapos, tolerar todas as provocações possíveis e imaginárias, não é nada saudável.
Uma relação se faz a dois e ninguém tem o dever de ser responsável pela felicidade/infelicidade do outro, mas tem que haver colaboração, de ambas as partes, para dar certo. Uma conversa séria, o famoso “discutir a relação”, apesar de ser recordado como piada e ironia em filmes e programas de televisão, é essencial para pôr os pontos nos “is”. Abrir o jogo, dizer o que incomoda, para que a pessoa não volte a repetir, encontrar uma forma de agir que não magoe o outro, evitaria muitos conflitos nos casamentos. Para quê complicar e se negar a tentar mudar se as coisas podem ser resolvidas com uma (nada simples) conversa? Expor o que sentimos, dói, mas às vezes este é o único caminho. Quando nada resulta, e se torna insuportável, então é melhor pôr um ponto final mesmo.
Desculpem o desabafo, mas neste momento temos um casal amigo, bem ,a ela já não sei bem o que é, talvez louca, que faz as coisas mais inacreditáveis,tem vida dupla, chantageia os filhos, ameaça de não gostar mais deles se sairem com o pai. Agredi verbalmente, e fisicamente o marido ( e isso eu vi! presenciei, fiquei ,sem palavras).
Sinto-me triste por ele e pelos filhos...
publicado por guguinha às 18:55
sinto-me: Muito chateada

27
Abr 09

 

Porque me custa vê-los crescer tão depressa. Não tenho urgência nenhuma em que o tempo passe. Tenho um gozo enorme em aproveitar cada minuto dos meus filhos, apesar das más noites, do cansaço e dos trabalhos acumulados. Quando, hoje a minha amiga me disse que, daqui a poucos anos, o Guga já não me vai acordar de manhã, eu juro que soltei eu "ai não  digas isso, deixe-o lá continuar assim durante muito tempo".
 
Olho para o Jomi e custa-me perceber que ele já é um pré-adolescente e não o meu menino. Faz-me confusão conseguir já adivinhar as suas feições em adulto, aparece-me urticária quando - semana após semana - vejo que as suas roupas do mês passado já não lhe servem. O tempo passa rápido demais.
 
Que ninguém me lembre mais que, o meu bebé já fez três anos. Não pode ser. Ainda "ontem" ele nascia ratinho, tão pequenino que o encaixava no meu braço. Não é possível que o meu Guga apressado agora vá ter com o pai e pergunte "Oh pai, a mãe? On tá?" ou então "Tás doente, mãe? Tens de ir ao ménico!". Não é possível que o meu Guga já tenha atitudes de menino crescido.
 
Ontem fomos almoçar fora com os nossos filhotes e, de repente, a Sofi acenou para a mesa do lado e disse-me: "estás a ver aquela senhora, mãe? Qualquer dia estás assim! " ( always funny!!). Mas é a realidade. Por vezes, sinto que basta um pestanejar de olhos para que eu esteja com a cara toda enrugada e com os filhos fora de casa.
 
E por mais que eu saiba que a vida é assim mesmo, um pestanejar de olhos, e por mais que eu me intensifique por aproveitar ao máximo todos os segundos, reconheço que sinto uma saudade estúpida pelo que ainda nem sequer passou. Por isso, a decisão está tomada. Vou pôr um 'pause' no relógio da minha vida (e ai de quem me lembre novamente que os meu puto já  fez anos há uma semana!)!
 
 (Imagem tirada da net)
 
publicado por guguinha às 23:50
sinto-me: anticipando as saudades

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