Bem vindos ao meu blog! Aqui conto histórias adocicadas de mãe do Guga do Jomi e da Sofi Relato histórias de uma mãe babada/galinha como todas as outras, rendida a uma dedicação total aos 4, pois o pappy tambem conta!

12
Ago 08

Recordo de ser miúda e de não dar importância nenhuma aos brinquedos dos meus amigos das casas que tinham , às roupas que vestiam...
 E quando digo "dar importância", não me refiro a “rotular” os meus amigos como ricos ou pobres, com bom ou mau gosto, e seleccioná-los a partir daí. Não... não dava mesmo importância nenhuma.
 Hoje olho para trás e lembro com dificuldade que a casa da Paula tinha dois andares, que a da Carla era só um quarto, que o João tinha sempre os últimos modelos de motos e que a sua casa parecia um museu, e das “loirinhas" que moravam no barraco em frente à minha casa, que nos tocavam a campanhia a pedir pão e aguardavam os nossos brinquedos. O meu esforço não é para lembrar, mas sim para distinguir. Porque naquela altura não havia diferença entre uma casa e um apartamento num bairro social. Não interessavam os metros quadrados, as marcas, os preços, as origens... "Brincar" era sempre brincar, fosse com quem fosse, com o que fosse ou como fosse. O que importava era brincar!!
Por isso às vezes, quando me meto a observar a sorte que os meus filhos têm por terem um bom apartamento e uma vida aconchegada, recuo no tempo e percebo que não é isso que lhes faz mais falta nesta fase da vida deles. Não é isso que eles lembrarão quando tiverem a minha idade. O que relembrarão serão os sorrisos, as brincadeiras, a forma feliz como conseguiram (ou não) passar o tempo, seja numa fortaleza ou na rua, com os brinquedos XPTO ou um simples punhado de areia para fazer um castelo. Porque o que fica e se revive não custa dinheiro. Só tempo...

 

(o tempo que dedicamos para ter dinheiro. Não faz sentido, pois não?)

publicado por guguinha às 17:58
sinto-me: Nostalgica

Eu, lembro-me, que tinha muita, mas muita pena de não ter as bonecas que as minhas amigas tinham... no entanto, tb me lembro que as melhores brincadeiras, eram aquelas que fazíamos na rua, sem brinquedos... saltar à corda, jogar às escondidas... de facto o que mais importa, é o tempo e o que fazemos dele...
Beijoca amiga.
Júlia a 12 de Agosto de 2008 às 22:29

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